sexta-feira, 21 de outubro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Eu não sou normal!
Não gosto de baratas nem de mentiras. Eu gosto de gatos, gosto de vampiros. Aham, eu sou estranha. Mas quem disse que pra ser boa tem que ser normal? Eu sou diferente. Não me faço de vítima, sou o que eu sou. Não tolero mentiras, gente sem lealdade. Não gosto de frescuras, não gosto de gente burra, não mesmo. Não ligo para o que os outros pensam, sou egoísta. Prefiro a realidade ao mundo cor-de-rosa de alguns. Gosto do mundo, de suas incertezas. Sou inconstante e talvez imprevisível. Não gosto de rotina. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso, e me irrito de forma inexplicável quando não botam fé nas minhas palavras. São poucas as pessoas pra quem eu me explico...Eu sou incerta e não faço a mínima questão de esconder isso de alguém. O que os outros pensam de mim? É problema deles. Eu gosto da lua, gosto do vento. Ah, eu gosto da magia, gosto do mundo surreal. Gosto de me trancar num livro e ser feliz. Sinto mais do que demonstro, sei mais do que aparento. Eu gosto da felicidade.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
A maior prisão que podemos ter na vida é aquela quando a gente descobre que estamos sendo não aquilo que somos, mas o que o outro gostaria que fôssemos.
Geralmente quando a gente começa a viver muito em torno do que o outro gostaria que a gente fosse, é que a gente tá muito mais preocupado com o que o outro acha sobre nós, do que necessariamente nós sabemos sobre nós mesmos.
O que me seduz em Jesus é quando eu descubro que nEle havia uma capacidade imensa de olhar dentro dos olhos e fazer que aquele que era olhado reconhecer-se plenamente e olhar-se com sinceridade.
Durante muito tempo eu fiquei preocupado com o que os outros achavam ao meu respeito. Mas hoje, o que os outros acham de mim muito pouco me importa [a não ser que sejam pessoas que me amam], porque a minha salvação não depende do que os outros acham de mim, mas do que Deus sabe ao meu respeito.
Geralmente quando a gente começa a viver muito em torno do que o outro gostaria que a gente fosse, é que a gente tá muito mais preocupado com o que o outro acha sobre nós, do que necessariamente nós sabemos sobre nós mesmos.
O que me seduz em Jesus é quando eu descubro que nEle havia uma capacidade imensa de olhar dentro dos olhos e fazer que aquele que era olhado reconhecer-se plenamente e olhar-se com sinceridade.
Durante muito tempo eu fiquei preocupado com o que os outros achavam ao meu respeito. Mas hoje, o que os outros acham de mim muito pouco me importa [a não ser que sejam pessoas que me amam], porque a minha salvação não depende do que os outros acham de mim, mas do que Deus sabe ao meu respeito.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
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